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sexta-feira, junho 26, 2009

Bancos se preparam para boleto digital


Matéria do site da INFO sobre os novo tipo de boleto que está para estrear. Acompanhem a matéria!

SÃO PAULO – Bancos estão se preparando para oferecer o Débito Direto Autorizado (DDA).

O DDA substitui o boleto em papel. Permite aos clientes acessar as contas a pagar pela internet, telefone ou caixa de autoatendimento.

Boletos de cobrança como do condomínio, escola e clube poderão ser incluídos no DDA. Inicialmente, porém, não será possível usar o DDA para pagar contas de serviços públicos como água, luz e telefone e tributos como IPTU, multas e IPVA.

O Banco do Brasil e o Bradesco já estão a cadastrando os clientes interessados no DDA. No Bradesco, o serviço que deve começar a funcionar no dia 19 de outubro. O Itaú Unibanco também anunciou que irá estrear o serviço em outubro, o cadastramento de clientes será iniciado em agosto.

O DDA foi desenvolvido pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos), ABBI (Associação Brasileira de Bancos Internacionais), ABBC (Associação Brasileira de Bancos) e ASBACE (Associação Nacional de Bancos). Na estimativa das instituições, se 2 bilhões de boletos de papel deixarem de ser emitidas por ano, o DDA ajuda a poupar mais de 374 mil árvores, 1 bilhão de litros de água e 46 milhões de kW/hora.

sábado, junho 20, 2009

A justiça tarda mais não falha!!!

Matéria reticada do site IDG Now, que mostra bem claro o que acontecerá com a Telefonica, não poderá vender Speedy até que seus serviços estejam estabilizados! Mas acompanhem a matéria abaixo com mais detalhes!

São Paulo - Telefônica não poderá habilitar novas assinaturas de banda larga até demonstrar ter tomado medidas para regularizar serviço.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) vai proibir a partir próxima semana que a Telefônica venda novas assinaturas de seu serviço de banda larga Speedy, informam reportagens da Folha Online e do Estadão, citando fontes da agência que regula o setor.

A medida é uma punição para as recentes interrupções dos serviços de banda larga e de telefonia fixa e tem caráter cautelar. Ela será publicada no “Diário Oficial da União”, na segunda-feira (22/6), diz a reportagem da Folha Online.

Leia também:
> Speedy: Usuários têm problemas com DNS
> Banda larga: brasileiro refém da instabilidade
> A razão dos problemas na Telefônica
> Pane: Procon-SP notifica Telefônica
> Fora das capitais brasileiro sofre com banda larga

Segundo uma fonte citada pelo Estadão, a operadora de telefonia só poderá retomar a venda de assinaturas do Speedy assim que demonstrar ter tomado as medidas necessárias para regularizar o serviço.

Caso descumpra a determinação, a Telefônica terá de pagar multa de 15 milhões de reais, mais mil reais para cada assinatura habilitada do Speedy, revelam as reportagens dos dois veículos de comunicação.

Procurada pela reportagem do Estadão, a Telefônica informou por meio de sua assessoria de imprensa que não tomou conhecimento da decisão.

A Telefônica enfrentou várias panes em seus serviços de banda larga e de telefonia fixa nos últimos 12 meses. A mais séria delas aconteceu em julho de 2008, quando os clientes da empresa ficaram por 36 horas sem o Speedy.

Na ocasião, um problema no roteador, equipamento que faz o controle do tráfego da internet, em Sorocaba, interior de SP, foi apontado pela empresa como o responsável pela pane.

Em abril, o serviço de banga larga da Telefônica ficou instável por quase uma semana. A empresa apontou ataque de crackers como o motivo para a instabilidade do Speedy

No começou de junho de 2009, foi a vez da telefonia fixa enfrentar problemas, deixando mudos telefones de várias regiões do Estado de S. Paulo por 14 horas.

Dessa vez, a Telefônica culpou um prestador de serviço, que cometou uma falha humana, de acordo com comunicado distribuído pela operadora.

Uma reportagem do Computerworld, que ouviu especialistas e ex-funcionários do alta escalão da operadora, aponta que a excessiva terceirização e a falta de investimentos estão na raiz dos problemas enfrentados pela operadora.

Nesta semana, nova instabilidade afetou os usuários do Speedy. A Telefônica disse que os problemas eram localizados e não afetavam vários clientes do serviço.

A Telefônica é a segunda maior operadora de banda larga do País, com 2,657 milhões de assinantes em março, segundo a consultoria Teleco, com um crescimento de 22,6% em 12 meses, cita a reportagem do Estadão.

Em primeiro lugar, está a Oi, com 3,938 milhões, e, em terceiro, a Net, com 2,452 milhões. O Brasil tem 10,435 milhões de assinantes do serviço de internet banda larga.

quinta-feira, abril 30, 2009

Susan Boyle brasileira ... ^^

Quem disse que o Brasil não tem coisa boa hein ! heheheheheh ... assistam e de as opiniões!!

Vejam Abaixo:


quarta-feira, abril 29, 2009

Brasil precisa de política pública para desenvolver banda larga!

Matéria retirada do site da IDG Now! Acompanhe!

São Paulo - Para diretor da Intel, Brasil deve ter um olhar “com um pouco mais de foco” para as questões de tecnologia da informação.


A penetração das conexões de banda larga no Brasil chega a apenas 5,16% da população, segundo dados do Barômetro Cisco da Banda Larga, estudo que analisa a situação das conexões de alta velocidade no País.

Por isso mesmo, Cássio Tietê, diretor de expansão de negócios da Intel Brasil, defende que o governo olhe com mais atenção para a tecnologia, que pode trazer benefícios para a população. “Falta para a gente um grande plano de banda larga nacional”, disse. “O Brasil deve ter um olhar com um pouco mais de foco para essa questão da tecnologia.”

Leia também:
> Brasileiro fora das capitais sofre com banda larga
> Banda larga impulsiona trabalho remoto
> Nove entre dez empresas têm internet no País
> Menos de um quinto das cadas têm acesso no Brasil

Tietê admite que construir um plano como esse é difícil, pois há “uma complexidade pelo fato de o Brasil ser muito grande”. “Mas existe boa vontade e seriedade no governo federal para adotar medidas sobre banda larga”, afirmou.

Uma medida que seria eficiente, na avaliação do executivo, seria a desoneração dos impostos do setor de telecomunicações, responsável pela infraestrutura do serviço. “Nossa carga impositiva no setor de banda larga é de 45%”, disse. “Há oportunidade de desonerar.”

O diretor da Intel também pediu pressa na aprovação de tecnologias como o WiMax - padrão que recebe forte apoio da fabricante de processadores. “É uma grande oportunidade que está nas mãos da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações)”, afirmou. “O WiMax permite aumentar a cobertura e viabiliza a banda larga com infra-estruturas mais baratas. É fundamental que tenha essa regulamentação.”